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Equinácea

Descrição
A equinácea é uma planta perene da família das Compostas, comummente conhecida como a família das margaridas. É nativa da pradaria Norte Americana e abundante na zona oeste-central. Cultiva-se amplamente com fins ornamentais e medicinais. As pétalas da flor caem a partir de um cone central composto por muitas florzinhas tubulares. A planta floresce do meio do Verão ao Outono. As cabeças das flores podem medir até 10cm de diâmetro. As folhas são de cor verde-escura, opostas, inteiras, lanceoladas, dentadas e com pequenos pelos à sua volta. As folhas superiores são mais estreitas e estão agarradas ao caule. As folhas inferiores são maiores, emergem directamente do caule e podem chegar a alcançar até 20cm de comprimento.
Utilização geral
Há três espécies de equinácea que são úteis medicinalmente. Echinacea Angustifolia, Echinacea Purpurea e Echinacea Pallida. Toda a planta tem numerosas propriedades medicinais que actuam sinergicamente para conseguir os seus efeitos benéficos. A eq…

"Uma verdade escondida..." sobre o Colesterol

Colesterol, medicamentos que mantêm a doença
Uma em cada três pessoas, com mais de 45 anos, em França (oito milhões de pessoas) tomam Estatinas. E isso custa uma fortuna à Segurança Social (um bilião de euros por ano). As vendas aumentaram ao fim de 10 anos. 
Mas o que não lhe dizem, é que o colesterol não é um veneno. E as pessoas que tomam Estatinas, colocam a sua saúde em risco, porque estes medicamentos estão associados, a uma lista tão longa quanto o seu braço, de efeitos secundários debilitantes, insuficiência cardíaca, dores musculares, passando por perdas de memória e de lesões no fígado.
Em contraste, um estudo publicado no American Heart Journal (Janeiro 2009), analisando 137.000 doentes internados em hospitais nos Estados Unidos, com ataque cardíaco, concluímos que perto de 75%, tinham uma taxa de colesterol “normal”.

Uma conspiração para vos manter doentes
Porque é que não querem que se saiba, que os medicamentos que baixam a taxa de colesterol, provocam numerosos efeitos s…

Intolerância ao glúten

Porque está a aumentar a intolerância ao glúten ?
Mencionem o problema da intolerância ao glúten, num jantar em casa de amigos, e alguém dirá que esta é uma “doença da moda” que só se desenvolve porque se fala dela. Na verdade, um estudo de amostras de sangue de aviadores da Armada Americana, datados de á 50 anos atrás, demonstra que a intolerância ao glúten, é quatro vezes mais comum hoje do que era na época. Não significa um problema “psicológico” se você, ou os seus filhos, têm intolerância ao glúten, que com efeito, era raro na época dos vossos avós.
Doença Celíaca
A intolerância ao glúten também é conhecida pelo nome de « doença celíaca ». Quando o seu corpo não consegue digerir o glúten é atingido por um conjunto de proteínas encontradas no trigo, na aveia, cevada, centeio e espelta. Pouco importa, que consuma estes cereais brancos, altamente refinados, ou completos: em ambos os casos, o glúten, que leva o nome de cola, esta cola não é digerida, e cola os seus alimentos em pacote…

Cardo-mariano (Silybum marianum)

O Cardo-mariano, é uma planta que se utiliza para tratar as perturbações do fígado, problemas da lactância materna, assim como outras doenças.  O ingrediente activo da planta, a silimarina, encontra-se nas sementes maduras. O cardo-mariano tem um caule comprido, folhas verdes com manchas brancas e folhas cor de rosa ou purpura. É originário da Europa e cresce de forma selvagem em toda a América. Os benefícios medicinais do Cardo-mariano reconhecem-se desde há mais de 2.000 anos. Encontram-se registos escritos da sua utilização já no séc. I, quando os romanos usavam a planta como um agente protector do fígado. Também se usou com frequência na Idade Média; na literatura herbácea, fala-se das suas propriedades medicinais. Nos séculos XVIII e XIX encontram-se registos de médicos de todo o mundo que prescreviam esta substancia. O ingrediente activo do Cardo-mariano, a silimarina, foi separado, pela primeira vez da planta por cientistas alemães na década de 1960.  O caule e as folhas de Ca…